Hoje... vi-te através do reflexo de uma montra... estupidamente gostei... estupidamente nem olhei para trás, pois isso bastava para te ver de carne e osso. Mas... tive medo... tenho medo... provocas-me medo... medo de nunca mais encontrar alguém como tu, medo de saber que talvez em outro mundo seria diferente, medo de sentir o que sinto e esconder, medo de usar máscaras, medo de esquecer as linhas do teu rosto e criar outras, medo de ter ver e saber que nada posso dizer, falar, sentir...
Quero-te, admito...


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